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A Caixa do Tangará

Conclusões sobre o possível local da caixa do Tangará.

['A Caixa do Tangará]

Em diversas citações dos documentos antigos, está registrada a existência de uma represa com o nome de Tangará, mas que não é mais mencionada em relatórios posteriores a 1925. Inclusive no mapa histórico de 1929 a Caixa Tangará não está registrada.

 

Como o Aqueduto de Pedra/Granito construído em 1919 alterou a linha de captação das represas que estavam à época abaixo do Rio Cayguava - Uru e Tangará - a minha interpretação é de que considerando as evidências encontradas nas sangas do Uru e Lacrimal I e II,  a Caixa do Tangará ficava logo abaixo de onde hoje estão as pequenas caixas Lacrimal I e II.

 

O que em parte corrobora esta conclusão, é que encontrei uma represa abaixo da atual Caixa do Uru. Esta pequena represa possivelmente foi desativada quando o Aqueduto de Pedra/Granito foi construído a montante desta antiga represa.

 

Então uma nova represa na Sanga do Uru foi construída a montante do aqueduto, estando lá até os dias de hoje, com o nome de Caixa do Uru.

 

Assim, a mesma coisa ocorreu com a Caixa do Tangará, que na época de sua construção deveria captar as águas das Sangas do Lacrimal I e II. Como em 1919 o aqueduto passou a montante desta represa, a mesma foi desativada, sendo construídas duas novas represas, que receberam os nomes das sangas correspondentes, Lacrimal I e II.